Morreu, aos 66 anos, no final da noite de quarta-feira, 25, em Magé, na Baixada
Fluimense, o sambista Carlos Roberto de Oliveira, o Dicró, que ganhou
notoriedade com letras bem-humoradas e de duplo sentido.
Vascaíno, Dicró nasceu em 14 de fevereiro de 1946, e especializou em sambas
satíricos, cujas letras davam ênfase ao dia a dia do subúrbio e da Baixada
Fluminense. O apelido "Dicró" veio da assinatura que ele utilizava com as suas
iniciais "De C.R.O." quando fazia parte dos compositores de um bloco de
Nilópolis. Entre alguns dos sambas bem-humorados de sua autoria estão "A Vaca da
Minha Sogra", "Botei Minha Nega no Seguro", "Funeral do Ricardão", "Olha a Rima"
e "Chatuba".
Dicró divulgando o Turismo carioca: http://www.youtube.com/watch?v=5xKuUlK6YMI
Veja mais no site do G1: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/04/dicro-e-enterrado-em-mesquita-rj.html.
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