A pesquisa do mestrando Joel Pantoja da Silva ainda está em análise, mas já pode-se dizer que o estudo abre novas perspectivas para se repensar academicamente a presença da memória indígena de matrizes Tupi na Amazônia paraense, no arquipélago do Marajó, depois de séculos de dizimação dessas etnias.
Desde 2011, Joel Silva mergulha na margem do rio Tajapuru, nas localidades de Santa Rosa, Porto Capinal, São Miguel e São Francisco, em pesquisa de campo sobre as narrativas orais dos moradores. O resultado é o estudo, de nome “Muito além da cerâmica marajoara”, o qual revela a atualização da memória Tupi nessa região e contribui para o campo teórico da Análise do Discurso na Amazônia paraense e, se não bastasse, provoca também novas reflexões sobre os estudos com temáticas indígenas marajoaras.
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