Representantes de
diversas entidades ligadas à ciência e educação decidiram se unir e lutar para
que parte dos royalties do petróleo seja destinada para as áreas da educação,
ciência, tecnologia e inovação (C,T&I).
Em reunião realizada na última sexta-feira (20), em São Paulo, representantes da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), da Sociedade Brasileira de Física (SBF), da União Nacional dos Estudantes (UNE), da Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG), da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), do Conselho Nacional de Secretários de Educação (CONSED), da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (CONTEE), entre outras entidades ligadas ao ensino e à ciência, decidiram se unir e lutar para que parte dos royalties do petróleo seja destinada para as áreas da educação, ciência, tecnologia e inovação (C,T&I).
Em reunião realizada na última sexta-feira (20), em São Paulo, representantes da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), da Sociedade Brasileira de Física (SBF), da União Nacional dos Estudantes (UNE), da Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG), da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), do Conselho Nacional de Secretários de Educação (CONSED), da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (CONTEE), entre outras entidades ligadas ao ensino e à ciência, decidiram se unir e lutar para que parte dos royalties do petróleo seja destinada para as áreas da educação, ciência, tecnologia e inovação (C,T&I).
Na reunião, ficou decidido que será realizado um manifesto em Brasília, com
data prevista para o dia 6 de junho, quando será entregue um documento com o
pleito para o deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP), relator do Projeto de
Lei (PL) 2565/2011 e que tem a responsabilidade de buscar um consenso sobre a
partilha dos royalties do petróleo na Câmara dos Deputados. O pleito tem o apoio
do deputado federal Newton Lima (PT-SP), presidente da Comissão de Educação e
Cultura da Câmara dos Deputados; e do coordenador geral da Campanha Nacional
pelo Direito à Educação, Daniel Cara, que também participaram da reunião.
A proposta é que seja estabelecido percentual de 50% para as áreas da
educação, ciência, tecnologia e inovação do total de recursos dos royalties de
partilha destinados aos estados, municípios e Distrito Federal, além de ser
retomada a receita do CT-Petro - principal fundo setorial gerido pelo Ministério
da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
"Vamos pedir o apoio de todas as sociedades científicas para a proposta e a
manifestação em Brasília", adiantou a presidente da SBPC, Helena Nader.
"Trata-se de uma oportunidade única para garantirmos recursos expressivos para a
educação e as áreas de C,T&I", ressaltou ela.
Garantir mais recursos para a educação é necessário também para o alcance de
metas do Plano Nacional de Educação (PNE). Por isso, a UNE, ANPG, UBES, entre
outras entidades, com o apoio da SBPC, deverão realizar outro ato em Brasília,
em meados de maio, para reivindicar a votação imediata do PNE e a inclusão da
meta de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para investimento na educação.
Extraído do site Jornal da Ciência: http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=82097.
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